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Alco - O Renascido

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1 Alco - O Renascido em Seg Mar 30, 2015 4:40 pm

Pessoal

Nome: Luiz Fernando
Nick in-game: Alco L
Idade: 17
Aparência:
Deck: Bujin

História

Alco era o tipo de garoto que todo mundo classificaria como estranho, gostava muito de duelar, mas ficava isolado a maior parte do tempo. Ele era reflexivo, queria saber as respostas para as maiores questões da vida, pois não queria viver sem saber o motivo, odiava ser do tipo de pessoa que aceitava as coisas sem questionar. Alco era alguém que sorria para não chorar, ele se achava estranho pois ficava deprimido aparentemente sem motivo, mas como ele era reservado, ninguém nunca ficou sabendo disso, Alco não queria que as pessoas se incomodassem com ele.
Recentemente, seus pais precisaram ir em uma viagem à negócios, Alco precisaria cuidar da casa durante um ano (ele já era responsável o suficiente para isso). Mas então sua "doença" começou a acontecer mais e mais frequentemente, Alco já não aguentava mais e começou a procurar por qualquer tipo de ajuda, mas ninguém conseguiu resolver sua situação, até que um dia, quando estava voltando para casa, encontrou um homem com uma aparência estranha, Alco nunca tinha visto nenhuma pessoa com uma roupa igual aquela (pelo menos não na vida real), era uma túnica branca e dourada que passava uma sensação de divindade. O homem começou a andar de modo que Alco sentia uma certa atração, o garoto então o seguiu.
Os dois entraram em uma espécie de abóbada, o homem misterioso finalmente quebra seu silêncio:
 -Eu estava esperando por este dia, estava esperando por você.
Alco começa a estranhar e pergunta:
 -Você me conhece?
O homem, que parecia esperar pela pergunta, responde:
 -Entendo, ela deve ter sido removida quando veio para esse mundo...
Alco se sente confuso:
 -Do que está falando?
O homem começa a andar:
 -Venha por aqui, você quer respostas, não quer?
Alco não se sente seguro quanto a isso, mas pensando em tudo o que ele tinha passado para encontrar uma solução para o seu problema, decide que não tem nada a perder.
Os dois foram para uma câmara que estava escondida na abóbada, Alco andava por lá com uma certa tranquilidade, era como se aquele lugar estivesse transmitindo uma sensação de nostalgia. Ao se aprofundarem mais, chegaram em uma sala na qual existia um objeto na forma de um espelho em cima de um altar. O homem misterioso dá espaço para Alco e diz:
 -Aquele é o sagrado espelho de Yata, ele irá lhe revelar o que habita no mais profundo de sua alma.
Alco sem hesitar se aproxima do altar, ele olha para o espelho que, segundos depois começa a brilhar, então, ao invés de ver sua própria imagem, ele vê um ser de aparência totalmente diferente, era um ser brilhante que carregava duas espadas e tinha um corpo que até certo ponto lembrava uma forma robótica,  ele irradiava uma luz que chegava a ser ao mesmo tempo confortante e ameaçadora, mas estranhamente, ao lado desse ser existia uma pequena sombra, com olhos vermelhos, que deixou Alco um pouco assustado:
 -Se está é a minha alma, o que é isso que eu vi?
O homem misterioso continua aparentemente sereno e começa a andar para a próxima câmara
-Venha comigo.
Alco não se sentia assustado quanto ao homem, era como se o conhecesse há muito tempo, ele não sabia explicar.
Os dois então chegaram em uma outra sala com um outro altar, mas em cima dele existia um colar de magatamas (pedras curvadas)
o homem disse para Alco:
-Vista-o, ele é seu.
Alco coloca o colar, como se o tivesse feito muitas vezes, ao fazê-lo, ele começa a se sentir estranho e tudo começa a escurecer.
...
-Acordou?
Alco se vê deitado em frente ao altar, sendo cuidado pelo homem misterioso, que falou:
-Diga, o meu nome.
Alco, de certa forma, inconscientemente começa a mexer sua boca, e fala lentamente:
-Tsu..ku...yo....mi....?
A cabeça do garoto começa a doer, o homem misterioso fala depressa:
-Não se esforçe tanto, velho amigo, fico feliz por te ver de novo.
Alco se sente diferente, era como se ele tivesse despertado de um longo sono:
-Estranho, aiai, entendo, agora me lembro, quando as pessoas reencarnam elas perdem a memória ou alguma coisa sim,
mas nossa, não achei que ia doer tanto assim pra eu voltar a lembrar de tudo. Susano'o, sim, esse era eu, Susano'o da tempestade
e do mar, e você, como sempre só observando né "Tsutsukinho"?
O homem misterioso veio a ser Tsukuyomi, o deus observador da Lua, disfarçado como um humano:
-Você se lembrou, mas parece que não importa o quanto o tempo passe, você sempre vai me faltar com respeito...
Alco se sentia bem, e bem, também significava dizer arrogante, ele era um adolescente qualquer, mas a personalidade da entidade
antiga tinha encarnado totalmente nele:
-Sossega, somos todos amigos aqui, não é?
Tsukuyomi se mostrou mais confortável, mas preferiu manter o foco:
-Muito bem, mas agora voltando ao assunto, você sabe para que viemos aqui, não é?
Alco sabia exatamente do que ele estava falando:
-Sei sei, já to indo pegar a Kusanagi.
Alco se dirige para a próxima câmara, onde havia um terceiro altar, mas com uma espada enterrada nele, o garoto simplesmente
a retira sem fazer esforço algum e diz:
-Agora sim!
Tsukuyomi se aproxima e conta o que estava acontecendo:
-Alco, é assim que você se chama agora não é? Você agora lembra que selou suas memórias dentro do colar de Yasaka para poder reencarnar
como um humano normal, mas infelizmente, eu sinto que algo ruim está para acontecer, algo que irá abalar não somente este mundo, mas todos os mundos, por isso os humanos daqui precisam de tua força, precisam do deus das tormentas.
Alco quase que impedindo Tsukuyomi de continuar sua fala diz:
-Certo, já entendi, como faço isso?
Tsukuyomi continua:
-As armas com as quais nós estamos acostumados não surtirão efeito nesse lugar, nossa única saída é o jogo Monstros de Duelo,
um jogo com o qual você deve estar bastante familiarizado, já que se misturou com os humanos durante todo este tempo, nós liberaremos
nosso poder através dessas cartas.
Alco começa a se perguntar se estará fazendo isso sozinho, como se Tsukuyomi pudesse ler a mente dele, ele diz:
-Você não estará sozinho, eu mesmo o ajudarei nessa a missão, como fizemos há muito tempo, e não somente eu.
De repente, ao redor da câmara foram sentidas presenças muito conhecidas pelos dois, Alco vira e grita com alegria de uma forma
que nunca fez antes:
-Kagutsuchi! Amaterasu! Como é bom ver vocês!
Kagutsuchi, deus do fogo e melhor amigo de Susano'o, e Amaterasu, deusa do sol e irmã deles.
-É isso aí, estamos de volta! - diz Kagutsuchi, feliz por ter reencontrado seu velho amigo.
Alco responde:
-Tamo junto parça! E você Ammy, as coisas vão indo bem?
Amaterasu responde:
-Tão sim, mas eu já tava ficando com saudade, é bom ter você de volta.
Tsukuyomi volta a falar e diz:
-Err, então, nós vamos ter muito tempo pra conversar, mas por hora, decidimos emprestar nosso poder para você, Alco, como
você já está com os humanos, nós nos tornaremos suas cartas para podermos lutar juntos.
Alco começa a se preocupar, pois se algo ruim irá acontecer, isso poderia acabar machucando as pessoas com as quais ele se importa,
como seus pais, mas ao mesmo tempo se sente feliz por lutar ao lado de seus antigos amigos de novo.
Como Tsukuyomi disse, ele, Kagutsuchi e Amaterasu se tornaram cartas e alguns de seus poderes foram selados em outras cartas que
completam o deck de Alco, além de ter colocado a carta que representa ele mesmo, Susano'o, em seu deck, seu problema de depressão
passou, mas ainda uma coisa deixava o garoto inquieto:
-*Mas o que era aquela sombra que eu vi quando olhei no espelho que refletia a minha alma?*
Continua...

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