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Musketeer - Nome? De onde veio? Pra onde vai?

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1 Musketeer - Nome? De onde veio? Pra onde vai? em Seg Mar 30, 2015 4:43 pm

Pessoal

Nome: André Thomas
Nick in-game: Musketeer/Number Hunter/NH
Idade:18
Aparência:

Deck: Fire Fist

História

Ele era um duelista da Standard, não a dimensão que ficou separada, e sim a primeira Standard, antes de todas as dimensões se dividirem.  
Quando a Standard começava a se separar em várias dimensões, várias coisas foram perdidas e ele estava bem no lugar que deu início à divisão, todos ali teriam sua existência deletada, exceto aqueles que conseguissem escapar, e este jovem conseguiu. Ele achou uma fenda entre as dimensões, sem pensar duas vezes ele entrou nela.
Ele mesmo não sabia se sobreviveria mesmo entrando numa fenda das dimensões. Não sabe-se como é este lugar, nem ele mesmo que esteve lá, por que ele não conseguia ver nada. E então, dentro da fenda ele adormeceu. Mal sabia que aquilo lhe traria tantos benefícios. Seu corpo havia parado de envelhecer, ele nem percebeu que passou vários anos naquela fenda, o tempo parecia passar de forma diferente, e ao mesmo tempo ele havia perdido sua consciência.
Quando finalmente acordou ele estava em um lugar completamente diferente do que ele conhecia, ele tinha vagas memórias de onde veio, de quem era e como foi parar ali. Nome? O chamavam de várias formas, menos pelo seu nome.  
Ele viveu durante alguns dias com uma senhora que o havia acolhido. Até que num desses dias o neto da senhora apareceu na casa dela, espantado e chorando, ele devia ter pelo menos uns 9 a 10 anos.
– Vovó, os garotos da escola roubaram a minha carta!
O rapaz logo se levantou, como se fosse instinto e perguntou:
– Qual foi a carta? Onde eles estão? Temos que ser rápidos para recuperá-la!
Ele não se deu conta do que ele mesmo falou, ele nem se lembrava direito de quem era, como poderia saber sobre um jogo de cartas? Foi nesse instante que ele lembrou que era um duelista, um fanático pelos duelos, mas parava por ai, não sabia nem com que tipo de deck jogava. Ele foi rapidamente ajudar o garoto, ainda meio assustado pois nem sabia quem era este que o ajudava. O garoto ficou grato pelo rapaz ter ajudado ele à recuperar a sua carta e lhe entregou um deck, meio velho, ele nem mais usava pois havia montado um novo. A senhora também entregou a ele um disco de duelo que ela havia guardado. E foi ai que o rapaz voltou para o mundo dos duelos.
Aqueles 4 dias após conseguir um deck, passou desafiando jogadores por onde ia. Ele realmente havia gostado daqueles monstros de água, aqueles rituais eram tudo pra ele. Eram tudo até que ele os perdeu. Não, não foi por querer ou por um descuido qualquer. No meio de um duelo contra um jogador misterioso foi quando aconteceu.
– Ei! Eu te conheço! Como é que te chamavam mesmo? Caçador? –  Falou o rapaz misterioso, no inicio do duelo, após invocar o seu primeiro monstro –  Algo como caçador de números... Você trabalhava pra o mesmo chefe que eu não?
– Eu não sei do que você está falando! Na realidade eu não sei de muita coisa sobre mim mesmo.
Falava isso e começava a preparar os rituais, era o segundo turno. Após ter invocado um monstro ele invoca a sua carta favorita do deck: Gishki Emilia.  
– Onde estão aqueles aviões com nome de animais? Por que está usando ritual? – Perguntou o outro homem.
O turno seguiu, o rapaz iria vencer, mas não contava com Swift Scarecrow na mão do oponente. Que rapidamente tomou a vez e invocou Chronomaly Golden Jet e Moai, e logo partiu para fazer uma Xyz Summon. Neste momento ele sentiu algo dentro dele, o mundo ao seu redor havia sumido, ele voltara pra o lugar vazio, igual à fenda dimensional. E novamente, sem muitas memórias ele reaparece em um lugar futurístico. Parecia ser uma grande empesa, ele estava em algo parecido com uma cela. Assim que acordou um homem de terno veio falar com ele.
– Então é você o rapaz que apareceu misteriosamente dentro da nossa empresa? Poderia nos dizer o seu nome?
– Eu... eu não sei.
– Ele não sabe o próprio nome? –  disse um homem atrás do outro de terno, era o mesmo que estava duelando antes com ele, o que causou todo o problema com a fenda tentando fazer uma Xyz Summon num lugar que deveria ser a Standard Dimension. O rapaz então lembrou dele, um de seus olhos tinha um dispositivo estranho.
– Você! Eu lembro de você! Estava duelando comigo, vamos terminar o nosso duelo. – Disse isso apontando para o comparsa enquanto puxava o deck com a outra mão, em vão, o deck não estava onde ele sempre guarda.
– Este cara está maluco?  
– Acalme-se, nós queremos apenas te ajudar –  falou o que parecia ser o chefe, que usava terno –  Você parece ser interessante, que tal unir-se a nós numa busca. Precisamos juntar todos os números para recuperarmos um poder que foi perdido entre as dimensões.
– Dimensões? –  Perguntou o rapaz na cela.
– É difícil de acreditar, mas existem outras dimensões paralelas, elas são separadas pelo tipo de invocação predominante. Nossa dimensão atual é a Xyz.
–  Xyz? Não me lembr- – Neste momento ele havia se lembrado de uma breve passagem, ele mesmo fazendo uma Xyz Summon, antes das dimensões se separarem era o que ele usava. – Argh...
Colocou as mãos na cabeça, sentia uma forte dor, logo depois adormeceu.
Ele então decidiu ajudar o homem a procurar os tais números, eram cartas com um poder especial. Estava usando um deck com aviões que possuíam nomes de animais, Mecha Phantom Beasts.  
Ele se dava muito bem com eles, recuperou logo vários Numbers. Ele ganhou o apelido de "Number Hunter", ou "Caçador de Números". Ele mesmo não lembrava que outro havia chamado ele de "caçador" durante o duelo.
Num desses dias, caçando um desses números, um duelista que já possuía pelo menos 5 deles consigo fez uma jogada um tanto diferente.
– Heh... Se eu perder aqui por tentar manter o meu disfarce não vai servir de nada! Prepare-se! Eu ativo a minha carta mágica! Polimerização!  
– Polioque? –  Perguntou o caçador.
Foi nesse momento que o oponente estava invocando uma fusão que ele foi mandado entre as fendas das dimensões denovo, e novamente acordando num lugar desconhecido. Era como uma cabana dessa vez. Um senhor, com uma barba grande estava perto dele.
– Ei garoto, já acordou?
– Quem é você? Onde eu estou?
– Não temos tempo para isso, levante-se e pegue isso. – o velho jogou uma espada para o caçador, ele segurou ela e então se levantou.
– Pra que eu vou usar isso?
– Olhe lá pra baixo, são eles. – Disse o velho apontando, pareciam ser pelo menos 2 pessoas. Ambas vestidas de vermelho, um uniforme idêntico, eles também carregavam uma espada.
Ambos desceram da cabana, que ficava em cima de uma árvore, no meio de algo como uma floresta, dava pra avistar uma cidade de lá de cima. Os dois homens misteriosos então tentaram atacar o velho. O rapaz rapidamente tira a espada da bainha e defende o golpe do primeiro com ela, e defende o outro usando a bainha, ele parecia já ter usado algo do tipo antes. Após defender ele joga a bainha no chão.
– Exatamente como ele me disse, você tem uma grande aptidão com a espada. É um verdadeiro guerreiro. – disse o velho.
– Mosqueteiro – o rapaz cortou rapidamente o velho – eu prefiro esse termo.
– Guerreiro ou Mosqueteiro, eu não me importo em como você se chama, apenas nos dê os tesouros. – disse um dos dois homens de vermelho – Vamos duelar, se nós ganharmos vocês nos darão os tesouros.
– Que tesouros são esses? – perguntou o mosqueteiro.
– Não se importe com isso, apenas duele com eles. – falou o velho.
– Tudo bem, duelo! – disse isso por instinto, mas estava sem deck, apenas o seu duel disc havia continuado após mudar de dimensões, o deck continuou lá, igual à quando ele saiu do Standard.  
– Tome este deck e use. – o velho passou um deck para o mosqueteiro, ele logo colocou no disco e jogou, era um Ritual Beast. Ele não tinha muita experiência com fusão, mas ele conseguiu se dar bem jogando com isso.
Sempre fascinado por duelos, o rapaz foi atrás de mais jogadores. Viveu naquela cabana por pelo menos uma semana, sempre indo pra cidade durante o dia e voltando lá para dormir. Até que, um dia em que ele estava saindo para duelar, um homem, vestido como os dois primeiros que atacaram o velho, embora com a cor azul, apareceu. Ele também estava atrás dos 'tesouros'.
– Vamos velho, me entregue logo! Ou eu vasculharei a casa inteira atrás dele.
O rapaz pegou a espada e atacou o homem de azul, ele desviou e ativou o seu disco de duelo.
– Se vamos lutar que seja em um duelo! – falou o homem de azul.
– Era exatamente o que eu queria! – disse o mosqueteiro.
Eles se posicionam fora da cabana para iniciar o duelo.
– Ei garoto, ele parece mais forte que os outros dois – disse o velho – use isso durante o duelo, é o que eu chamo de 'tesouro'.
O velho entregou duas cartas, o rapaz rapidamente colocou ambas no deck, sem nem olhar quais eram, e logo em seguida o duelo começou, primeiro o turno do homem de azul, ele rapidamente fez a fusão de um Cyber Twin Dragon com uma Polymerization, colocou uma virada pra baixo e terminou o turno.
– Minha vez! Eu puxo! – o rapaz puxou, olhou a carta e ficou em choque, ele nunca havia visto uma carta assim antes. Ela era metade laranja e metade verde, era um monstro e uma magia. Logo ele percebeu que precisava também do outro 'tesouro'. Olhou para trás e o velho apenas moveu a cabeça em sinal de 'Sim'.
Ele rapidamente invocou Elder e Cannahawk, baniu um monstro do deck com o efeito do Cannahawk e os fundiu em seguida, logo em seguida procurou por uma carta no deck, justamente o outro tesouro.
Instintivamente ele preparou ambas as cartas:
– Eu ativo a Pilica, de escala 1, e a Wendi, de escala 7 nas suas respectivas Pendulum Scales! E assim eu posso invocar qualquer monstro de nível 2 a 6 de uma vez!
O seu oponente sorriu:
– Heh... Era exatamente isso, as cartas Pendulum, igual ao nosso líder disse. AMARREM ELE, NÓS O LEVAREMOS JUNTO!
Cordas foram arremessadas de alguns lugares da mata, e prenderam o mosqueteiro e o velho.
– Ei, não precisamos do velho, podem desamarrá-lo quando levarmos o garoto.
E assim o fizeram. Levaram o rapaz para uma cela. No meio do caminho ele viu vários desses homens vestidos iguais, com as roupas vermelha, amarela e azul.
– Ei rapaz, como você sabia usar as Pendulum cards? – uma voz perguntava isso ao mosqueteiro na cela, não dava pra saber de onde ela vinha.
– Eu não sei! Foi como instinto!
– Você... Tudo bem, deixaremos você ai até se lembrar.
Pelo menos algumas horas se passaram após isso, estava escuro, apenas a luz das celas onde tinham pessoas acordadas podia ser vista. O mosqueteiro estava acordado, mas a luz dele estava apagada. Ele ficava olhando para os guardas que estavam do lado de fora. Quando de repente eles foram abatidos juntos, com uma espada. Aquele que havia abatido eles estava mascarado e se dirigiu à cela do mosqueteiro.
– Você precisa sair daqui, você precisa continuar a viver! – disse o rapaz mascarado – Tome isso, sei que você vai se lembrar do que acontecer daqui pra frente se estiver carregando isso.
Ele havia entregado uma carta: Leo, the Keeper of the Sacred Tree. Com alguns rabiscos na carta.
– Synchro? Por que isso? – o rapaz mascarado já havia sumido.  
O Musketeer guardou a carta no seu Extra Deck, e nesse momento ele começava a atravessar as dimensões denovo. Dessa vez ele continuava acordado, estava no meio de uma rua, olhando pra frente.
– SAI DA FRENTE SEU MALUCO, ELES ESTÃO DUELANDO! – disse uma pessoa do lado de fora, dois duelistas de moto vinham em sua direção, o rapaz logo desviou.
Ele começava a viver no mundo Synchro, a pessoa na rua, que era uma garota, levou o rapaz para onde morava. Ela não vivia sozinha, haviam pelo menos outras 6 pessoas, todos duelistas. Ele fez amizade com todos, logo também conseguiu um deck. Ice Barrier, não era tão forte, mas ele gostava de usar.
Jogou com isso por alguns dias, até que algo horrivel aconteceu. Apareceram duas pessoas, ambas vestidas de amarelo, com o mesmo uniforme de antes. Eles apareceram e estavam transformando os duelistas em cartas.
– Reportando: o experimento é um sucesso, conseguimos transformar todos em cartas sem problemas. – diz um dos dois homens de amarelo.
– Ei você! Pare agora e volte pro lugar de onde veio! – disse a garota ativando o seu disco de duelo.
Não demorou muito para o mosqueteiro chegar ao lugar.
– Não se aproxime Musketeer, eu vencerei eles!
– Não é como se você pudesse! Acabe com ela Dark Paladin!
Dark Paladin acertou ela e levou o seu LP à 0. Logo ela também foi transformada em carta. O rapaz se encheu de raiva e pegou uma barra de metal no chão para tentar bater num dos dois.
– Ei! Se quer resolver as coisas que seja em um duelo.
– Tudo bem então, mas vocês irão sentir a minha ira! – soltou a barra de metal e preparou o disco de duelo, o deck já não era mais o mesmo, ele agora estava usando alguns zumbis, ele estava furioso, as trevas começavam a dominar ele.
Venceu facilmente ambos, mas não pôde recuperar a garota, ela continuaria como uma carta. Ele voltou para onde todos moravam, com raiva, e explicou à todos sobre as dimensões, a carta funcionou, ele conseguia lembrar de tudo e então mostrou a carta, que tinha alguns rabiscos feitos com uma caneta.
Um dos rapazes então percebeu a semelhança com outra carta, era uma carta que a garota queria entregar ao rapaz para ele usar, era exatamente a mesma carta, embora parecia mais nova. Ao segurar as duas ao mesmo tempo outra fenda nas dimensões foi aberta, não por causa das cartas, e sim por causa do rapaz, ele finalmente havia percebido o que precisava pra andar entre as dimensões, e se andava pelas dimensões ele poderia também andar pelo tempo.
Ele se preparou, arrumou uma mascara também, ele não podia causar outro paradoxo igual com as cartas. Se ele do passado o reconhecesse tudo estaria acabado. Ele voltou no tempo e foi para a dimensão fusion, ele não podia alterar nada, deixou que o duelo acontecesse e ele mesmo ser sequestrado. O velho ficou surpreso por ver ele alguns minutos após ser sequestrado, ele apenas pediu a espada e partiu, sem explicar muito.
Foi direto onde ele havia sido preso, passou pelos guardas e entregou a carta à ele mesmo e abriu uma fenda para que ele pudesse ir para à dimensão Synchro, bem naquela mesma rua. Se escondeu dele mesmo e esperou ele mudar de dimensão. Pegou o deck Ritual Beast que havia ficado no chão, invadiu aquele lugar e procurou pelas Pendulum Cards, após achar matando cada um das pessoas na sua frente, ele abriu outra fenda no tempo, na frente de todos que o perseguiam.
Ele foi para a Xyz, mal sabia que foi ele quem o salvou da morte. Encontrou ele mesmo, inconsciente, no meio daquela mesma empresa, explicou a situação para o presidente, que ainda duvidava. Eles queriam matar o 'invasor' que foi encontrado dentro do seu prédio, mas apenas prenderam ele numa cela.
Seu trabalho ali estava feito, o homem de terno confirmou o que ele havia falado quando perguntou pelo seu nome e ele mesmo não sabia dizer. Então voltou para a Fusion, devolveu o deck ao velho, e a espada também. Após isso partiu para a Standard, ele precisava entregar uma segunda coisa: o disco de duelo.
Por algum motivo a viagem entre o tempo e dimensão não foi como ele quis e ele foi parar alguns meses antes de quando ele apareceu na Standard pela primeira vez. Ele encontrou a senhora e entregou o duel disc, convenceu ela de como teria que ser a pessoa que ela teria que abrigar e entregar o tal disco. Após isso partiu de volta à Synchro, mas novamente a viagem falhou, ele ficou preso na fenda.
– Ei! O que é isso? Por que não vai?
Um ser aparece diante dele e começa a conversar com ele:
– Finalmente te encontrei, a falha entre as dimensões, era você. Não podemos ter falha nenhuma quando iniciarmos a guerra entre as dimensões.
– Guerra? Do que você está falando?
As cartas que ele tinha guardada começaram a sair dele e a se dissipar, exceto a carta que ele havia recebido dele mesmo.
– Você pode ficar com essa, parece ser especial pra você. – disse aquele ser diante dele – Agora eu estarei confiscando o seu poder de viajar entre as dimensões, você também não pode ficar aqui, deve voltar para uma dimensão.
– Então me coloque na Xyz, eu poderei usar o que eu mais sei.
– Você tem certeza?
O rapaz parou e pensou, ele não conhecia ninguém na Xyz que pudesse ajudar ele, então ele resolveu outra coisa.
– Tsc... Me devolva pra Synchro, tenho alguns amigos lá!
– Tudo bem, você voltará pra lá, prepare-se para a guerra, você com certeza será um dos escolhidos, viajante das dimensões. Suas memórias sobre essa viagem pelas dimensões ficará selada, você vai lembrar como se fosse uma viagem a algum lugar desconhecido, os acontecimentos que ocorreram na dimensão Synchro permanecerão, pois você continuará, lá. As lembranças sobre nós também serão seladas. Deixaremos você lembrar sobre a futura guerra entre as dimensões e sobre elas também.
Ele então foi colocado de volta na Synchro, a garota que havia sido transformada em carta voltou ao normal.
– Como você voltou ao normal?
– Do que você tá falando?
– Você tinha sido transformada em carta pelos caras de amarelo!
– Você tá bem? Sempre esquisito, até a forma que te encontrei, hahaha!
Ele não entendeu logo, mas é como se ela nunca houvesse sido transformada em carta. Ficou pensando em como isso aconteceu, mas não lembrava de nada.
– Você não ia viajar por ai? – perguntou um dos amigos dele.
– Eu acho que já voltei... Obrigado pela carta, me foi realmente útil.
– Onde está o seu disco de duelo?
– Eu perdi ele... Vocês teriam algum outro? E um deck, por favor...
E assim ele pegou um deck Fire Fist, e um outro duel disc. Tinha um tempo indeterminado para aprender a jogar com aquilo e se preparar para a guerra. Mas ele estava determinado a saber qual era o sentido daquela guerra e por que ele seria um escolhido para ela.

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